Trovinhas da natureza
Com o coração aflito
Abro a janela e me deparo
Olho em volta, vejo a natureza
Só então me acalmo
Ondas vem e vão
O mar constantemente nos ensina
Que a vida tem altos e baixos
Um dia há tristeza, outro alegria
O perfume da flor
A brisa suave e fresca
O mar com seu frescor
Viva a natureza!
A chuva lava o pranto
Leva a sujeira e o desencanto
Limpa a alma e a atmosfera
Trazendo bem estar para a Terra
O homem abusou de seu poder
O planeta pede socorro
Agora quer parar e reconhecer
Começando tudo de novo
Uma paisagem de rara beleza
Onde nenhum homem é capaz de esculpir
Pode ser destruida com toda certeza
Deixando até de existir
Em noite de sombra e solidão
Olhe para o céu, recorra à oração
Um novo dia descortina
O sol invade a alma e tranquiliza
O universo com suas leis
Tudo funciona perfeitamente
Por trás uma força inteligente
Quem criou, se não foi Deus?
Nina Lisboa
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terça-feira, 23 de junho de 2020
domingo, 21 de junho de 2020
domingo, 7 de junho de 2020
Comunhão Divina
Comunhão Divina
Uma vez em sonho
Fui levada para um lugar muito longe
Uma paisagem inacessível na Terra
Onde a natureza se faz mais bela
Não havia lugar para a tristeza
A natureza mostrava sua verdadeira realeza
Cheguei e me tomei de assalto
Vi alegres bando de pássaros
Beija flores em cada flor
Borboletas de várias cores
Vieram me saudar
Abelhas, rouxinóis, bem te vis
A mostrar que não estava sozinha ali
O horizonte tinha uma cor indefinível
As nuvens vez por outra se escondiam
O sol tão mais radioso
Banhava meu corpo, trazendo conforto
Deparei me com imensa cachoeira
Cheguei de perto, bem na beira
Senti a água fresca tocar meus pés
Fiquei ali olhando bem de perto o céu
Tudo naquela paisagem muito nítido
Nunca tinha visto algo tão lindo!
Meditei na Terra e no sofrimento humano
Porque muitos com nada e poucos com tanto?
Uma amargura enfim veio
Enchendo me de angustia em cheio
De repente alguém me deu a mão
Pediu para acompanhá la desde então
Seguimos por tão belo jardim
Um sabiá de relance, pousou em mim
Conversamos lado a lado
E a amargura foi indo embora de fato
"As misérias da vida fazem parte de uma provação
Estamos na Terra uns aos outros para ampararmos cada irmão
Um dia não será mais preciso guerras nem sofrimentos
Todos estarão lado a lado fraternalmente
A natureza está ao alcance de todos nós
Seguindo seu exemplo não estaremos a sós"
A noite caia de mansinho
E eu comecei a sentir doce brisa
A natureza me deu valiosa lição
A nunca desistir, mesmo que tudo vá na contra mão
Tudo na vida passa
Aprendamos em cada momento render graças
As estrelas cintilavam mais nítidas...
Percebi o Universo em perfeita Comunhão Divina
Nina Lisboa
Uma vez em sonho
Fui levada para um lugar muito longe
Uma paisagem inacessível na Terra
Onde a natureza se faz mais bela
Não havia lugar para a tristeza
A natureza mostrava sua verdadeira realeza
Cheguei e me tomei de assalto
Vi alegres bando de pássaros
Beija flores em cada flor
Borboletas de várias cores
Vieram me saudar
Abelhas, rouxinóis, bem te vis
A mostrar que não estava sozinha ali
O horizonte tinha uma cor indefinível
As nuvens vez por outra se escondiam
O sol tão mais radioso
Banhava meu corpo, trazendo conforto
Deparei me com imensa cachoeira
Cheguei de perto, bem na beira
Senti a água fresca tocar meus pés
Fiquei ali olhando bem de perto o céu
Tudo naquela paisagem muito nítido
Nunca tinha visto algo tão lindo!
Meditei na Terra e no sofrimento humano
Porque muitos com nada e poucos com tanto?
Uma amargura enfim veio
Enchendo me de angustia em cheio
De repente alguém me deu a mão
Pediu para acompanhá la desde então
Seguimos por tão belo jardim
Um sabiá de relance, pousou em mim
Conversamos lado a lado
E a amargura foi indo embora de fato
"As misérias da vida fazem parte de uma provação
Estamos na Terra uns aos outros para ampararmos cada irmão
Um dia não será mais preciso guerras nem sofrimentos
Todos estarão lado a lado fraternalmente
A natureza está ao alcance de todos nós
Seguindo seu exemplo não estaremos a sós"
A noite caia de mansinho
E eu comecei a sentir doce brisa
A natureza me deu valiosa lição
A nunca desistir, mesmo que tudo vá na contra mão
Tudo na vida passa
Aprendamos em cada momento render graças
As estrelas cintilavam mais nítidas...
Percebi o Universo em perfeita Comunhão Divina
Nina Lisboa
terça-feira, 26 de maio de 2020
quarta-feira, 20 de maio de 2020
Maria de Magdala
Uma servidora de Cristo, para muitos pobre pecadora
Mulher de luxos e de coração amargurado
Andava aflita, nutria muitas hesitações
De que valeria jóias, dinheiro
Se a alma era atribulada por incontáveis ilusões?
Em suas doces recordações, acompanhava o que falavam do Messias
Queria partilhar suas angústias
Como chegar até o Mestre e falar o que realmente se passava em seu coração?
Será que iriam julgá-la?
Em casa de Simão Pedro, eis que encontra Jesus que já a aguardava
- Mestre, venho ao seu encontro, tenho amado e tenho sede de amor!
- Onde estão minhas alegrias? Será que Deus me aceitaria?
-Minha existência tem sido estéril e amargurada, todos me relegam ao abandono, trago a alma angustiada!
-Ah! Maria, respondeu, só o amor cobre a multidão de pecados
- Tua sede é real! Vá amparar aos mais fracos, os filhos das irmãs em humanidade, procurai os infortunados
- Viver bem é saber imolar-se. Estando com os aleijados e leprosos saciará a sede do próprio coração
- Tome sua cruz em busca da porta da redenção!
- Vai Maria, sacrifica e ama! Acredite no imenso amor que pode ofertar a tantas criaturas. Vá ser mãe de tantos filhos que não tem ninguém nesse mundo!
Um dia, um grupo de leprosos, cansados e tristes, em abandono, perguntavam por Jesus Nazareno
Maria vendo- os tão infelizes, quis partilhar do convite às claridades do evangelho
Juntou-se à eles pois se sentia acolhida, afinidade gratuita
Filhos de sua alma, que precisavam de sua ajuda
Morando com eles no vale dos leprosos, todos os dias à tarde, lhes falava dos ensinamentos do Messias
O tempo passa e do seu corpo surgiram manchas violáceas
Mantinha bom ânimo, estava ali para consolar os aflitos
Encorajando-os a se manterem firmas nas fibras mais sensíveis
Quando o corpo demonstrava sinais de cansaço
Partiu para Éfeso em busca de novas pairagens, encontrar antigas afeições, caras ao seu coração
No caminho sofreu inúmeras tribulações e humilhações
Mas agüentou confiante, sua trajetória evolutiva estava prestes a terminar
O que mais poderia encontrar?
Numa noite que a natureza cintilava sua alma iluminada
Relembrou Jesus e suas peregrinações no lago
As aves que cantavam e as ondas que beijavam-lhe os pés
Ah! Quanta saudade!
O Messias aproximou-se com seu olhar profundo
Como se já conhecesse aquela alma, que renunciou a tantos gozos no mundo
Maria trazia uma sensação de alívio
Jesus emanava um júbilo indefinível, e ainda mais belo diz:
-Vem Maria, aqui te espero!
Nina Lisboa
terça-feira, 12 de maio de 2020
Reflexão
Reflexão
Diante do medo e da dor
Da sombra da pandemia
Surge algo na vida
Que jamais poderíamos supor
No isolamento que cerceia
Meditamos o quanto somos pequeninos
Famílias se juntam inteiras
Fazendo nos repensar o egoísmo
Repensarmos coisas triviais
Que já não tem importância
Nessa corrente do bem, descartarmos o mal
A solidariedade se faz instância
O vírus não vê classe social
Nesse momento ninguém tem privilégios
Todos estao suscetíveis de igual para igual
Tornando um problema bem sério
Nesse momemto nações se unem
Querem a cura, pesquisam uma vacina
Novos estudos surgem
Médicos juntos a favor da medicina
Nessa mistura de emoções
Começamos a olhar para dentro de nós
Combatemos às variadas paixoes
Que nos distanciam, nos deixando sós
Tudo é aprendizado
No fim, sairemos fortificados
Aprenderemos a ter mais cuidado
Com a vida, com o próximo que está ao lado
Nosso pensamento contanima
Boas vibrações temos que emitir
Esperança e fé dia após dia
Tudo irá passar, não podemos desistir
Muitas reflexões intensificadas
No âmago de cada ser
Não temos controle de nada
Tudo está nas mãos de Deus!
Nina Lisboa
Diante do medo e da dor
Da sombra da pandemia
Surge algo na vida
Que jamais poderíamos supor
No isolamento que cerceia
Meditamos o quanto somos pequeninos
Famílias se juntam inteiras
Fazendo nos repensar o egoísmo
Repensarmos coisas triviais
Que já não tem importância
Nessa corrente do bem, descartarmos o mal
A solidariedade se faz instância
O vírus não vê classe social
Nesse momento ninguém tem privilégios
Todos estao suscetíveis de igual para igual
Tornando um problema bem sério
Nesse momemto nações se unem
Querem a cura, pesquisam uma vacina
Novos estudos surgem
Médicos juntos a favor da medicina
Nessa mistura de emoções
Começamos a olhar para dentro de nós
Combatemos às variadas paixoes
Que nos distanciam, nos deixando sós
Tudo é aprendizado
No fim, sairemos fortificados
Aprenderemos a ter mais cuidado
Com a vida, com o próximo que está ao lado
Nosso pensamento contanima
Boas vibrações temos que emitir
Esperança e fé dia após dia
Tudo irá passar, não podemos desistir
Muitas reflexões intensificadas
No âmago de cada ser
Não temos controle de nada
Tudo está nas mãos de Deus!
Nina Lisboa
Estrela
Estrela
Oh! Tu estrela
Que do firmamento espreita- me
Empresta-me essa singeleza
Essa luz que vem de dentro e te marca por inteira!
Deixa eu contemplar-me da minha janela
Esse espetáculo que me oferece
Seu brilho desperta-me atenção
Ensina-me a brilhar sempre no céu
Não temendo vasta escuridão
Reparta sua luz um pouco em meu coração
Para que eu também seja luz
E tu estrela seja meu farol
Linda, tão bela como o sol
Quero sorver vida para que eu não traga feridas em minha alma
Traga-me a calma da noite e a paz da esperança
Oh! Estrela, onde te alcanço?
Nina Lisboa
Oh! Tu estrela
Que do firmamento espreita- me
Empresta-me essa singeleza
Essa luz que vem de dentro e te marca por inteira!
Deixa eu contemplar-me da minha janela
Esse espetáculo que me oferece
Seu brilho desperta-me atenção
Ensina-me a brilhar sempre no céu
Não temendo vasta escuridão
Reparta sua luz um pouco em meu coração
Para que eu também seja luz
E tu estrela seja meu farol
Linda, tão bela como o sol
Quero sorver vida para que eu não traga feridas em minha alma
Traga-me a calma da noite e a paz da esperança
Oh! Estrela, onde te alcanço?
Nina Lisboa
terça-feira, 28 de abril de 2020
Jesus
Jesus
Do alto da montanha
Do horizonte verdejante
Todos na Terra já escutaram
E reverenciaram Seu nome
Em nenhum lugar sozinho ficará
Nem em momento algum
Onde há dor e sofrimento
Aí estará nosso mestre Jesus
Ele veio para aqueles doentes
Que sofrem dores físicas e da alma
Acalma e acalenta as misérias
Enxuga todas as lágrimas
Não mais desespero, nem revolta
Serenidade e amor se nota
Naqueles que O buscam incessantemente
Encontrando todas as respostas
Hosanas ao meigo Rabi
Que te acolhe de braços abertos
Curará tuas feridas
Tirará você do deserto
Nada temas, segue adiante
Fazendo o bem com a consciência tranquila
Quando a tristeza e o medo chegarem gigantes
Jesus trará a paz e a alegria
Nina Lisboa
Do alto da montanha
Do horizonte verdejante
Todos na Terra já escutaram
E reverenciaram Seu nome
Em nenhum lugar sozinho ficará
Nem em momento algum
Onde há dor e sofrimento
Aí estará nosso mestre Jesus
Ele veio para aqueles doentes
Que sofrem dores físicas e da alma
Acalma e acalenta as misérias
Enxuga todas as lágrimas
Não mais desespero, nem revolta
Serenidade e amor se nota
Naqueles que O buscam incessantemente
Encontrando todas as respostas
Hosanas ao meigo Rabi
Que te acolhe de braços abertos
Curará tuas feridas
Tirará você do deserto
Nada temas, segue adiante
Fazendo o bem com a consciência tranquila
Quando a tristeza e o medo chegarem gigantes
Jesus trará a paz e a alegria
Nina Lisboa
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Rota
Rota
Quando as mãos e os pés encontram- se vazios
O coração se aquieta
Não há nada ou ninguém que impeça
De praticar a caridade
Quando os sonhos e pensamentos estão longe
Tornando a realidade sem futuro
As esperanças vão minguando à prumo
Das virtudes, o orgulho esconde
Quando poucas coisas fazem sentido
E a alma vive em eterno conflito
É hora de parar e de se questionar
Existe algo melhor, que eu possa experimentar?
Quando tudo parece falhar
Antigas crenças não fazem sentido mais
Deixa-se levar por antigos temores
Tornando o barco sem rumo, sem condutores
Será um momento bem vindo
De reflexão e retorno ao trabalho antes não realizado
Mas que agora sendo revitalizado
Conduzindo a uma nova rota
Galga pouco a pouco esses degraus
Para que a insatisfação não cumpra seu papel
Deixando o sol interior te acolher
Rendendo a Deus bênçãos aos céus!
Nina Lisboa
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Fortaleza
Queixa- se de solidão
Coração amargurado
Em triste depressão
Olha ao redor, só decepção
Alma vazia, coração aturdido
Lágrimas rolam
No rosto cansado e abatido
Não enxerga esperança
Uma luz no fim do túnel
As ideias o aturdem
A dor lancinante, não assume
Prefere esconder
Prefere dizer que não sofre
Enclausura- se no cárcere
Reclama falta de sorte
Assim, a vida vai passando
Colecionando tristezas e amarguras
Enxerga sua dor como sendo a única
Não vê prelúdio de cura
Erga a cabeça!
Olha em volta, vê a natureza?
Não reclama, trabalha, serve e enobrece
Faça uma prece
Agradeça o que tem
Se tens o mínimo e não o máximo
É para o teu próprio bem
Quando acordar amanhã
Pousa os olhos para o céu
Está lá sempre sorrindo
Não importa o calor ou frio
Reclama sem perceber
Medita, é centelha divina
Esforça- te em seu compromisso
Compreenda, é tesouro de Deus!
NINA LISBOA
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Trovinhas
Todos pensam nos flagelos destruidores
Como só sendo catástrofes naturais
Poucos porém falam
Dos chamados flagelos morais
"Minha vida era tão pacata"
"Não fazia mal a ninguém"
Porém o bem também não se fazia
A caridade faltou para alguém
Não deixe para orientar seu filho
Quando ele for maior de idade
Falar de Jesus ainda na infância
Minimiza males mais tarde
Deus te dá a oportunidade
De uma nova existência
Quem cai e levanta sempre
Adquire mais experiência
Dizem que há 2000 anos atrás Ele nasceu
Nosso irmão, filho de Deus
Seus ensinamentos foram seu legado
Para que pratiquemos, não deixando de lado
Mil tormentos traz as más paixões
Que muita gente faz loucura
Uns gastam aos milhões
Outros com a usura
Todo mundo diz: ah se fosse comigo!
Não levo desaforo para casa
Triste realidade nessa vida
Quando o orgulho nos maltrata
Singela e pura
Filha dileta do amor
A caridade ameniza a tristeza do mundo
Quando das mãos ajuda quem for
Pérola perfumada
Doce rosa no jardim
Falo da gratidão infinita
Daquele que sabe retribuir
Quem escreve, canta, interpreta
Levando a mensagem do Cristo
Tem nas mãos suave garimpo
Tornando a vida mais bela
Nina Lisboa
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Fé no futuro
A propagação das ideias materialistas
Juntando a não fé no futuro
Faz o ser humano cair no obscuro
Tendo a frente ideias suicidas
A incredulidade e a simples dúvida
Junto com a covardia moral
Põe um obstáculo do que é natural
Gerando tristeza e angústia
A calma e a resignação são antídotos
Dão a certeza e trazem serenidade
Amenizando pensamentos pessimistas
Viver o material e crendo na eternidade
Valorizando as conquistas do Espírito
É um caminho de longa validade
Nina Lisboa
sábado, 13 de janeiro de 2018
Inveja
Inveja
O abraço recebido
A mão no ombro
Sentimento aturdido
A inveja o consome
Pelas costas do companheiro
desfaz
Sem dó nem comiseração
A língua ferida a envenenar
Deixa de lado a compaixão
Estando frente a frente
Sorri , algo constrangido
Não consegue fingir sempre
Tenta ser amável e amigo
A mente que envenena dardos
cruéis
Aprisiona no eterno círculo
Pensa que seu feito não
recai no mal
Do seu próximo torna-se
inimigo
Quem carrega altruísmo no
ser
Vê de longe a invídia
No coração, desejo do bem
Não perde tempo com a cobiça
Lembrando que nessa senda
Temos virtudes e defeitos
Não entremos em contendas
Pratiquemos o desinteresse
Se cruzares seu caminho
Lança o olhar de
generosidade
A criatura que inveja
Não se conhece tão bem de
verdade
Faça uma prece e aguarda
Sem vingança, nem receio
Que Jesus possa encaminhá-la
A praticar o desapego
Médiuns
Se aceitaste em sua caminhada a mediunidade
Apascenta seu coração
Não tens razão se inquietares com o dia de amanhã
O médium é centelha de luz
A espalhar conforto, alento e paz
Espalhar bom ânimo, nas almas frágeis
Exemplificando as leis morais do Cristo
O médium é enxada viva que o trabalho dignifica
É bênção onde for, e colherás amor se colocares sua tarefa na conduta reta do bom cristão
Trabalhe sempre, não canses
Propague sua sementeira de esperança
Por vezes encontrarás dor e pensarás em desistir
Mas caminhe firme, no propósito de melhorar antes de tudo a si mesmo
É o que almeja!
Não adianta acender um clarão ao redor de seus passos
Se a princípio não iluminou a senda do próprio coração
Trabalho, amor e perdão
Mediunidade, serás pronto Socorro de almas que antes de reencarnar, firmaram um propósito de muito amar, servir e enxugar lágrimas
Transformando alento em consolo, verás que suas dores não são tão amargas como a dos outros
A mediunidade não se resume apenas no intercâmbio espiritual
Oferece aos mediuns o desenvolvimento de sua moral
Ela é praticada todos os dias, não só na atividade mediúnica
Mediunidade é doce serviço para a própria iluminação
É grão pequenino, meio escondido
Que quando brilha e se expande, multiplicasse ao infinito!
Não tens razão se inquietares com o dia de amanhã
O médium é centelha de luz
A espalhar conforto, alento e paz
Espalhar bom ânimo, nas almas frágeis
Exemplificando as leis morais do Cristo
O médium é enxada viva que o trabalho dignifica
É bênção onde for, e colherás amor se colocares sua tarefa na conduta reta do bom cristão
Trabalhe sempre, não canses
Propague sua sementeira de esperança
Por vezes encontrarás dor e pensarás em desistir
Mas caminhe firme, no propósito de melhorar antes de tudo a si mesmo
É o que almeja!
Não adianta acender um clarão ao redor de seus passos
Se a princípio não iluminou a senda do próprio coração
Trabalho, amor e perdão
Mediunidade, serás pronto Socorro de almas que antes de reencarnar, firmaram um propósito de muito amar, servir e enxugar lágrimas
Transformando alento em consolo, verás que suas dores não são tão amargas como a dos outros
A mediunidade não se resume apenas no intercâmbio espiritual
Oferece aos mediuns o desenvolvimento de sua moral
Ela é praticada todos os dias, não só na atividade mediúnica
Mediunidade é doce serviço para a própria iluminação
É grão pequenino, meio escondido
Que quando brilha e se expande, multiplicasse ao infinito!
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